Equipe econômica diz que pausa em testes da vacina de Oxford é algo ‘comum’

Secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, diz que visão foi de 'diversificar apostas' nas vacinas

Igor Gadelhada CNN

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Integrantes da equipe econômica minimizaram a suspensão da fase final dos estudos da vacina de Oxford contra a Covid-19 anunciada na noite de terça-feira (8) pela empresa AstraZeneca.

Auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, ouvidos pela CNN ponderaram que, ao contrário do que possa parecer, esse tipo de pausa é “comum” e pode durar apenas alguns dias.

“Pausa comum. Espero que não seja nada grave”, disse à coluna o secretário Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa.

De acordo com o secretário, em razão dessas suspensões nos testes é que a visão da equipe econômica “foi sempre de diversificar as ‘apostas’” nas vacinas contra o novo coronavírus.

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Foto: Pixabay

Outros auxiliares de Guedes ressaltaram que, justamente por ser vista como algo normal, a pausa não provocou grandes quedas nas ações da AstraZeneca nas bolsas de valores até agora.

Na Bolsa de Nova York, por exemplo, os papéis da empresa, que é britânica, chegaram a cair 8% depois do fechamento do pregão, mas se recuperaram depois para queda de cerca de 6%.

A AstraZeneca anunciou ter suspendido os testes de estádio final da vacina após uma suspeita de reação adversa séria em um participante voluntário do estudo no Reino Unido.

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