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    Ex-BBB Deniziane revela diagnóstico de “olho preguiçoso”; saiba o que é

    Através de seu perfil no Instagram, a fisioterapeuta afirmou não se afetar com os comentários sobre seu olho

    Fisioterapeuta afirmou não se incomodar com a condição que possui em seu olho
    Fisioterapeuta afirmou não se incomodar com a condição que possui em seu olho Globo/Paulo Belote

    Aline Oliveirada CNN

    Uma das eliminadas do BBB 24, Deniziane falou sobre a condição que possui em seu olho através de suas redes sociais. A fisioterapeuta afirmou ser diagnosticada com a síndrome do olho preguiçoso e estrabismo.

    Questionada por um seguidor, a ex-BBB explicou: “Eu tenho um negócio que chama ‘olho preguiçoso’. É como se esse aqui [o esquerdo] não tivesse função. Esse [o direito] sobrepõe a função do outro”, explicou.

    “Eu sou estrábica, né gente, desde nova. Não regenera mais, não tem o que fazer, sabe? É como se ele não funcionasse. Eu enxergo muito bem, só que de um olho só”, ainda acrescentou a fisioterapeuta.

    Popularmente conhecido como “olho preguiçoso”, a síndrome também é chamada de ambliopia, tendo o estrabismo como uma de suas causas mais comuns, de acordo com o Instituto Vizibelli de Oftalmologia. Se detectado cedo e tratado imediatamente, a condição pode ser revertida na maioria dos casos.

    “Eu já nasci desse jeito, nasci estrábica. Então podem falar que não vai me afetar, não. Eu ainda brinco com isso”, garantiu Deniziane.

    Segundo Rubens Belfort Neto, médico oftalmologista e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o estrabismo é um tipo de desequilíbrio nos músculos oculares que faz com que os olhos não fiquem paralelos.

    “Esta condição pode afetar tanto crianças quanto adultos e possui diversas causas. É relativamente comum, afetando cerca de 4% da população”, afirma o especialista.

    De acordo com o médico, a condição está associada à ametropia — anomalias de refração como miopia, hipermetropia e astigmatismo —, mas pode haver uma predisposição familiar, sendo que cerca de 30% das crianças com estrabismo têm outro membro da família com o mesmo problema.