Painel da Vacina: Brasil é o 68º país no ranking global e 4º no total de doses

País aplicou 152,8 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19; são 72,17 doses aplicadas a cada 100 habitantes

Vacinação contra a Covid-19 na capital paulista
Vacinação contra a Covid-19 na capital paulista Foto: Governo de São Paulo

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo

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O Brasil está em 68º lugar no ranking global de aplicação de doses da vacina contra Covid-19 nesta segunda-feira (9), na relação a cada 100 habitantes.

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país continua aparece em 12º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil possui 72,17 doses aplicadas a cada 100 habitantes. 

O Canadá continua na liderança da lista, com 133,85 na relação a cada 100 pessoas. O Reino Unido surge na sequência, com 127,37. Em seguida, a China (123,84) aparece em terceiro lugar, seguida pela Itália (118,59), Alemanha (113,40) e França (113,18).

Os Estados Unidos (105,07) aparecem em 7º lugar, seguidos pela Turquia (90,15). A Arábia Saudita aparece na sequência, com 86,03 doses aplicadas a cada 100 habitantes. No 10º lugar, aparece o Japão, com 78,79 doses aplicadas na mesma proporção, e a Argentina vem logo antes do Brasil, com 76,61 doses.

Painel da Vacina – 9 de agosto
Painel da Vacina revela posição do Brasil no ranking mundial da vacinação contra a Covid-19
Foto: CNN Brasil

Considerando os números absolutos da vacinação, a China segue na liderança do ranking, com 1.782.525.000 bilhão de doses já aplicadas. 

No segundo lugar, aparece a Índia, com 508,6 milhões de doses aplicadas. Em seguida, os Estados Unidos, com 351,4. O Brasil permanece em quarto lugar, com 152,8 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

O Japão aparece em 5º, com 99,6 milhões de doses aplicadas, seguido pela Alemanha (95 milhões) e Reino Unido (86,4). França (76,4), Turquia (76 milhões) e Indonésia (74,2) completam o ranking das dez primeiras posições. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

 

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