Painel da Vacina: Brasil é 66º no ranking global e 4º no total de doses

País aplicou 73,1 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19; são 34,54 doses aplicadas a cada 100 habitantes

Vacinação contra a Covid-19 na Marquês de Sapucaí (22.abr.2021)
Vacinação contra a Covid-19 na Marquês de Sapucaí (22.abr.2021) Foto: Reprodução / CNN

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo

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O Brasil continua em 66º no ranking global de aplicação de doses da vacina contra Covid-19 nesta terça-feira (8), na relação a cada 100 habitantes. O país, que iniciou a vacinação há pouco mais de quatro meses, já esteve na 56ª posição desse ranking. Nos últimos dias, se encontrava em 64º lugar e neste domingo (6) caiu duas posições. 

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país continua em 10º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 34,54 doses aplicadas a cada 100 habitantes. 

O Reino Unido segue na liderança da lista, com 100,73 na relação a cada 100 pessoas. Os Estados Unidos estão em segundo, com 90,55. O Canadá fica na terceira posição (70,22), seguido pela Alemanha (66,30), Itália (64,11) e França (59,55). A China (55,17) aparece em 7º lugar, seguida pela Arábia Saudita (43,37). A Turquia aparece na sequência, com 37,05 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

Painel da Vacina – 8 de junho
Painel da Vacina mostra posição do Brasil no ranking global de vacinação contra a Covid-19
Foto: CNN

Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com 794,1 milhões de doses já aplicadas. No último sábado (6), o país anunciou a vacinação de 20 milhões de pessoas em 24 horas.

Os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 302,8 milhões de doses aplicadas. Na sequência, aparece a Índia, com 230,4 milhões de doses aplicadas. O Brasil permanece em quarto lugar, com 73,1 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

O Reino Unido permanece na 5ª posição, com 68,3 milhões de doses aplicadas em números absolutos. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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