Eutanásias sem doença terminal na Colômbia ampliam debate sobre morte assistida
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama das possíveis implicações dos procedimentos realizados no país com autorização da Justiça
Um homem de 60 anos se tornou, no último dia 7, a primeira pessoa sem doença terminal a morrer de eutanásia na Colômbia. Victor Escobar Prado tinha doença pulmonar obstrutiva crônica, era dependente de oxigênio e tinha sequelas agravadas por dois acidentes vasculares cerebrais e um acidente de trânsito.
No dia seguinte, uma outra eutanásia foi realizada no país, quando Martha Sepúlveda, de 51 anos, foi submetida ao procedimento após uma longa batalha judicial. A colombiana também não estava em estado terminal, mas sofria os efeitos de uma esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama das possíveis consequências dos dois casos de eutanásia realizados com autorização da Justiça na Colômbia. Para descrever as implicações legais, sociais e científicas da morte assistida, participam deste episódio os advogados Henderson Fürst, presidente da Comissão de Bioética do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), e Danielle Barata, especialista em direito médico.
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(* Publicado por Diego Toledo)

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