Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Vacina no glúteo reduz efeito adverso da aplicação, diz secretário de Joinville

    O secretário municipal de Saúde, Jean Rodrigues da Silva, explicou que procedimento não é obrigatório e que as pessoas que quiserem podem receber o imunizante no braço

    Produzido por Thiago Felixda CNN

    Em São Paulo

    Após repercussão nas redes sociais, muitas pessoas descobriram que a cidade de Joinville, em Santa Catarina, tem um modo de aplicação da vacina contra a Covid-19 diferente da maior parte do Brasil. No município, o imunizante é aplicado no glúteo, não no braço.

    Em entrevista à CNN, o secretário municipal de Saúde, Jean Rodrigues da Silva, explicou que a cidade tradicionalmente aplica imunizantes intramusculares nos glúteos.

    “Nosso sistema não é de drive-thru nem mutirão, é um sistema que funciona por agendamento de horário, dentro das salas de vacinas do município”, disse Silva.

    “Nós não mexemos no processo que já existia, nossos técnicos são habilitados para esse procedimento e ele diminui a possibilidade de efeito adverso da aplicação — não da vacina”, esclareceu.

    O secretário disse que aplicar a vacina nos glúteos reduz as dores locais em comparação com o braço. No Programa Nacional de Imunizações (PNI), é previsto que os imunizantes contra a Covid-19 podem ser aplicados nos braços ou glúteos.

    A “polêmica” gerou memes sobre os joinvilenses não postarem fotos da vacinação na web. Silva rebateu e disse que há publicações de munícipes no momento da aplicação do imunizante.

    “Se, eventualmente, a pessoa chega na hora e não quer tomar no glúteo, é administrado no braço. Não tem essa situação de que só pode ser no glúteo”, afirmou.

    De acordo com Silva, Joinville já imunizou cerca de 80% da população adulta acima de 18 anos com a primeira dose, e 32% com a segunda dose da vacina contra Covid-19.

    (publicado por Fernanda Colavitti)

    Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19
    Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19 / REUTERS