Nasa detecta 150 ‘objetos voadores não identificados’ na órbita terrestre

Imagens de OVNIs foram registradas por meio de uma câmera instalada na Estação Espacial Internacional (ISS)

Karoline Porto, colaboração para a CNN Brasil
28 de novembro de 2020 às 12:29 | Atualizado 29 de novembro de 2020 às 13:22
A ISS (International Space Station), ou Estação Espacial Internaciona
A Estação Espacial Internacional (ISS): câmera flagrou 150 OVNIs
Foto: Divulgação/Nasa

Uma câmera instalada na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), que a Nasa (agência espacial norte-americana) faz parte, fez o registro de ao menos 150 “objetos voadores não identificados” na órbita terrestre. As imagens dos OVNIs teriam sido obtidas em 15 de novembro deste ano.

O material chamou a atenção dos cientistas pela grande quantidade de unidades, informou o jornal argentino Clarín. Os objetos são tantos que excedem o campo de visão das câmeras de alta definição da Nasa.

Essa não é a primeira vez que a Estação Espacial Internacional, gerenciada em conjunto por agências especializadas de Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Rússia, detecta peças soltas voando ao redor do planeta Terra.

Em agosto, o cosmonauta russo Ivan Vagner divulgou um vídeo na sua conta do Twitter para mostrar a passagem da aurora boreal. Durante a filmagem, cinco objetos não identificados aparecem se movendo nas imagens.

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O cosmonauta, que chegou na estação espacial em abril deste ano, questiona os leitores na rede social: “o que vocês acham que essas coisas seriam: meteoros, satélites ou ...?”

Vídeo registrado pelo cosmonauta russo Ivan Vagner
Vídeo registrado pelo cosmonauta russo Ivan Vagner mostra a passagem de cinco objetos não identificados durante filmagem de aurora boreal
Foto: Reprodução/Ivan Vagner

Em abril, o Pentágono, sede do Ministério da Defesa dos Estados Unidos, divulgou três vídeos gravados em 2004 e 2015 por pilotos da Marinha Americana de “fenômenos aéreos não identificados”.

Uma das imagens foi capturada sobre o Oceano Pacífico, a 160 quilômetros da costa oeste da América do Norte. Outros dois materiais foram obtidos por câmeras infravermelhas apontadas para o Oceano Atlântico.

Na época, o Departamento de Defesa disse que fez a divulgação para “esclarecer quaisquer equívocos do público sobre se as imagens que circulavam eram reais ou se existem ou não mais vídeos”.