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    Corrida para encontrar outro planeta como a Terra na galáxia ganha fôlego

    Ao longo da próxima década, o foco dos cientistas deverá ser identificar planetas parecidos com o nosso e encontrar outros mundos habitáveis

    Imagem profunda da galáxia Centaurus A, feita com mais de 40 horas de exposição
    Imagem profunda da galáxia Centaurus A, feita com mais de 40 horas de exposição Foto: Universidade Católica da América

    Ashley Stricklandda CNN

    Eu sempre fiquei um pouco deslumbrada pelo fato de que nós, humanos, realmente somos feitos de matéria estelar. Nesta semana, um elemento encontrado em nossos dentes foi detectado pela primeira vez em uma galáxia a 12 bilhões de anos-luz de distância.

    Isso significa que, durante os primeiros dias caóticos do universo, as estrelas estavam explodindo e liberando elementos-chave de seu núcleo para o espaço. Depois, esses elementos acabariam na Terra e dentro de nossos corpos.

    O espaço pode parecer frio, escuro e estranho, mas não é uma coisa tão distante de nós quanto podemos pensar.

    Astronautas até organizaram uma festa de tacos na Estação Espacial Internacional na semana passada para comemorar e comer as primeiras pimentas cultivadas no espaço.

    Se nosso futuro realmente está lá fora, pelo menos teremos uma maneira de apimentar nossa comida. E, talvez, o espaço não seja tão estranho, afinal.

    Pelo universo

    É hora de encontrarmos outros planetas como a Terra e entender se realmente estamos sozinhos no universo.

    Esse é o consenso da aguardada pesquisa decenal Astro2020, publicada nesta semana, que atua como um roteiro para agências como a Nasa no planejamento de suas missões.

    Ao longo da próxima década, o foco dos cientistas deverá ser desvendar os segredos do universo e identificar planetas parecidos com a Terra fora do sistema solar para encontrar outros mundos habitáveis.

    Há mais de 4.000 planetas conhecidos pela galáxia, incluindo os intrigantes planetas com tamanhos parecidos ao da Terra do sistema Trappist. Mas os astrônomos precisam de mais informações para encontrar sinais reais de que são habitáveis e possuem vida.

    (Este texto é uma tradução. Clique aqui para ler o original em inglês)