Conheça o Honey Deuce, drinque que é febre no US Open

Coquetel leva três ingredientes e gerou mais de R$ 69 milhões no torneio no ano passado, com 556 mil unidades vendidas

CNN Viagem & Gastronomia, do Viagem & Gastronomia
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Enquanto os jogadores de tênis mais respeitados do mundo disputam pontos no US Open, o público torce com um drinque rosa em mãos. O Honey Deuce fez sua estreia no torneio estadunidense em 2007, mas, com os anos, deixou de ser um mero coquetel e se transformou na bebida alcoólica oficial do campeonato.

O drinque virou um símbolo dentro e fora das quadras. Prova disso são os números: 556 mil copos de Honey Deuce foram vendidos no US Open em 2024, gerando mais de US$ 12,8 milhões (cerca de R$ 69,4 milhões) em vendas.

Isso apenas durante os 14 dias do torneio, que ocorreu entre 26 de agosto e 8 de setembro. Desde 2011, estima-se que foram vendidas 2,8 milhões de unidades do drinque.

Os dados são da Grey Goose, marca de vodca francesa por trás da criação. O Honey Deuce foi inventado em 2006 em parceria com o mixologista Nick Mautone. A ideia era simples: criar uma bebida especial para o evento esportivo que fosse memorável e fácil de beber, caindo bem com os dias de calor do verão norte-americano.

Preço e ingredientes

Hoje, 18 anos após a estreia no campeonato, o coquetel é vendido por US$ 23 (R$ 124,80) dentro do USTA Billie Jean King National Tennis Center, sede do US Open no Queens, em Nova York. O copo pode ser levado para casa como um souvenir.

O Honey Deuce leva três ingredientes: 40 ml de vodca, 90 ml de limonada fresca e 10 ml de licor de framboesa. A bebida é frutada e doce, adornada com três bolinhas de melão (com tamanho similar a uma uva), que lembram as bolas de tênis do campeonato. O ideal é que seja servida em um copo alto com gelo.

O nome vem de um trocadilho com o termo "deuce", que significa empate. No tênis, a palavra é utilizada quando os jogadores estão empatados em 40-40.

No ano passado, o drinque viralizou mais uma vez após Serena Williams, seis vezes ganhadora do US Open, provar a bebida pela primeira vez. “Todo mundo perguntava: ‘Você já provou?’ E eu dizia não, porque eu sempre estava jogando”, compartilhou a ex-tenista profissional.

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