Basília Rodrigues
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Basília Rodrigues

Apura e explica. Adora Jornalismo e Direito. Vencedora do Troféu Mulher Imprensa e prêmios Especialistas, Na Telinha e profissionais negros mais admirados

Ano começa em Brasília com ampulheta virada para todos

Além de ser o último ano de Rodrigo Pacheco e Arthur Lira no comando do Senado e da Câmara, 2024 é o ano da colheita para o governo Lula

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De uns tempos para cá, virou comum ouvir de políticos em Brasília que a ampulheta está virada, uma referência à contagem regressiva para o fim ou para alguma coisa que irá acontecer.

Em ano eleitoral, a resposta óbvia seria: o que vai acontecer vem das urnas.

Mas até essa hora chegar, muita areia vai rolar, com implicações para os rumos do poder no país.

O ano de 2024 é o último de mandato dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco. Acaba sendo um ano mais curtos, devido às eleições, com possível saída de integrantes do governo para se candidatarem a prefeituras.

É o segundo ano do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a missão de "colher o que plantou", como dizem seus auxiliares mais próximos. Mas ainda é preciso regulamentar a reforma tributária, avançar na isenção do Imposto de Renda e aprovar a chamada pauta verde -- apenas para listar desafios básicos.

É ano também em que os meios político e jurídico apostam em desfecho para as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o suposto plano golpista.
Neste ano, a ampulheta entrou até em ritmo de Carnaval, com folião fantasiado disso em alusão à política.

Nesta semana, o ano começou em Brasília. E lá se foram praticamente dois meses de um ano que tende a ser marcado por muita notícia e análise.

Com a ampulheta virada, fato é que o tempo está correndo para todos.