Análise: Tarifaço de Trump vira ativo eleitoral para Lula
Flávio Bolsonaro até tentou consertar o erro pedindo que o tarifaço não fosse aplicadao, mas foi ignorado pela Casa Branca
O governo do presidente americano, Donald Trump, confirmou, na noite desta quarta-feira (15), a volta do tarifaço.
A notícia é péssima para setores relevantes da economia brasileira que têm no mercado americano o prinicipal destino de suas exportações. Péssima também para importadores e consumidores americanos que terão que pagar mais por produtos brasileiros.
E péssimo para o principal candidato de oposição nas eleições brasileiras deste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Primeiro porque seus aliados nos Estados Unidos defenderam a medida como punição ao Brasil pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
E segundo porque Flávio até tentou consertar o erro pedindo que a medida não fosse aplicada. Mas foi ignorado pela Casa Branca.
Por isso que pode até parecer contraditório, mas se tem há alguém que pode comemorar o tarifaço é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Virou um ativo eleitoral relevante para a campanha dele à reeleição.




