Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Fernando Nakagawa

    Fernando Nakagawa

    Repórter econômico desde 2000. Ex-Estadão, Folha de S.Paulo, Valor Econômico e Gazeta Mercantil. Paulistano, mas já morou em Brasília, Londres e Madri

    Gaúchos afetados poderão pausar ou renegociar dívida com bancos, informa Febraban

    Instituições bancárias oferecem estrutura dos bancos para receber donativos e informam a doação de R$ 6 milhões

    Gaúchos afetados poderão pausar ou renegociar dívida com bancos, informa Febraban
    Gaúchos afetados poderão pausar ou renegociar dívida com bancos, informa Febraban

    Vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul poderão suspender temporariamente pagamentos de dívidas bancárias e renegociar débitos com as instituições financeiras. A iniciativa foi comunicada pela Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

    “Entre as primeiras iniciativas adotadas pelos bancos para amenizar a situação, estão: pausa no pagamento e renegociação de dívidas”, cita a Febraban em nota.
    Clientes afetados pelas cheias nos municípios gaúchos com boletos a vencer devem procurar as instituições financeiras.

    A medida faz parte de um pacote de ações emergenciais anunciadas pelos bancos neste domingo.

    A Febraban informa também que os bancos estão preparados para proceder com a liberação do saque calamidade do FGTS e oferecer a estrutura das agências para recebimento de doações, além das ações de auxílio para funcionários e familiares na região.

    “A Febraban e seus bancos associados manifestam profundo pesar às vítimas das chuvas históricas que atingem o Rio Grande do Sul, se solidarizam com as famílias atingidas pela catástrofe e se somam aos esforços das autoridades para o atendimento emergencial da população”, cita nota da entidade.

    Para auxiliar no socorro aos gaúchos, a entidade informou a doação de R$ 6 milhões da própria entidade e dos bancos Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, Banco do Brasil e Caixa.

    As instituições financeiras também têm parcerias com entidades civis locais e estão mobilizando clientes e funcionários para doações às vítimas.