Isabel Mega
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Isabel Mega

Mineira, gosta de uma boa prosa. Filha do rádio, ouve, observa e explica as complexidades da política direto de Brasília

Análise: Pressionado, governo tem avanço tímido com EUA

Com prazo de dois dias para início do tarifaço imposto por Donald Trump, Brasil busca acordos em setores específicos como café e suco de laranja

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As negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre as tarifas impostas ao comércio bilateral mostram progressos modestos, a apenas dois dias do início da vigência das novas medidas.

Em meio às tratativas, o governo brasileiro concentra esforços em duas frentes principais: negociações setoriais específicas e articulações por meio de Geraldo Alckmin. As discussões buscam minimizar os impactos do tarifaço que afetará não apenas o Brasil, mas diversos países.

Setores estratégicos em foco

As expectativas mais otimistas se concentram em setores onde os Estados Unidos apresentam maior dependência de produtos brasileiros. O café é um exemplo significativo, considerando que 99% do consumo americano depende de importações. O suco de laranja também figura entre os produtos com potencial para obter condições tarifárias mais favoráveis.

A Embraer emerge como outro ponto relevante nas negociações, embora os detalhes dos avanços nessa frente ainda não estejam claros. As conversações envolvendo a empresa aeronáutica são apontadas como uma das áreas com progresso nas discussões.

Papel das Big Techs

Um elemento significativo nas negociações foi a participação virtual de William Kimmett, representante do Departamento de Comércio americano, em reunião com autoridades brasileiras. Sua presença indica o interesse dos Estados Unidos na questão das empresas de tecnologia, tema substancial no contexto das novas tarifas.

O cenário mais provável, segundo as negociações em curso, é que alguns setores específicos possam ser beneficiados com tarifas menores, configurando uma situação menos danosa para o comércio bilateral. As negociações devem continuar mesmo após a implementação das novas tarifas, buscando ajustes e melhorias nas condições comerciais entre os países.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.