Jeep lança Avenger em três opções: conheça versões e veja a mais barata
Modelo Altitude é o de entrada e custa R$ 119,9 mil, contra R$ 145,9 mil da Limited, mais completa
Vale a pena comprar o Avenger? Hoje, a Jeep do Brasil respondeu à pergunta que fazemos há um ano. O SUV chega às concessionárias em três versões: Altitude, Longitude e Limited, todas com sistema híbrido leve MHEV de 12 volts.
O híbrido leve produzido em Porto Real, RJ, mais barato, foi escolhido pela CNN Brasil para servir de parâmetro na comparação com as demais versões, principalmente em termos de acabamento, já que a base mecânica segue a família T200 da Stellantis.
No Avenger, o motor 1.0 turbo de três cilindros recebeu calibração específica e entrega 116 cv tanto com gasolina quanto com etanol. O torque máximo é de 20,4 kgfm, disponível a 2.000 rpm com gasolina e a 1.750 rpm com etanol. O propulsor tem injeção direta e turbocompressor.
A transmissão é automática do tipo CVT, com sete marchas simuladas, e a tração é dianteira. O conjunto pertence à mesma família mecânica presente em diferentes modelos da Stellantis, como Fiat Pulse, Fastback e Strada, além de Peugeot 208 e 2008 e Citroën Basalt, embora potência e calibração variem de acordo com cada aplicação.
O Avenger Altitude também utiliza um sistema híbrido leve de 12 volts. Há uma bateria convencional de chumbo-ácido de 68 Ah e uma segunda bateria de íons de lítio, com capacidade de 256 Wh, responsável pelo suporte ao sistema eletrificado. As 1.000 primeiras unidades podem ser adquiridas pelo preço promocional de R$ 114,9 mil.
Mesmo sendo o modelo de entrada, o Altitude traz uma configuração interessante para uso urbano. Com o pacote de câmera de ré (sem o 360 graus já no Longitude), rack na cobertura e teto escurecido, custa R$ 124,9 mil. Esse é o carro estampado em nossas fotos e se destaca como a melhor escolha custo-benefício.
O SUV compacto de painel em dois estágios, bancos com tecido misto e quatro portas USB mede 4,08 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,58 m de altura e 2,56 m de distância entre-eixos. A altura mínima do solo é de 221 mm.
Os ângulos de entrada e saída são de 22 e 33,8 graus, respectivamente, medidas que reforçam a proposta de utilitário mesmo em um veículo compacto. O porta-malas comporta 364 litros e o tanque tem capacidade para 47 litros.
Desempenho e consumo
Dados da ficha técnica dizem o seguinte: com etanol, o Avenger acelera de zero a 100 km/h em 10,3 segundos. Com gasolina, são 10,7 segundos. A velocidade máxima declarada é de 185 km/h com os dois combustíveis.
Nos números do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o consumo com gasolina é de 12,7 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada. Com etanol, as médias são de 8,8 km/l e 9,4 km/l, respectivamente. Mas vale destacar que cada motorista é um dado e depende do seu modo de condução e do trânsito percorrido.
A suspensão dianteira é independente do tipo McPherson, enquanto atrás há eixo de torção. O Jeep usa freios a disco nas quatro rodas: ventilados de 283 mm na dianteira e sólidos de 249 mm na traseira.
Na versão Altitude, as rodas de liga leve são de 16 polegadas, calçadas com pneus 215/65 R16. A direção tem assistência elétrica e o diâmetro de giro é de 10,6 metros, característica importante para um modelo pensado principalmente para circular no ambiente urbano.
O sistema Selec-Terrain está presente nas três versões e permite que o motorista selecione diferentes modos, ajustando eletronicamente a resposta
do acelerador, o comportamento da transmissão, a distribuição do torque e controle de tração.
Outros modelos
A Longitude e a Limited têm a mesma mecânica; conforme sobe de versão, aumentam principalmente o nível de equipamento, acabamento e o tamanho das rodas — 16 do Altitude, 17 e 18 polegadas, respectivamente.
Os preços são R$ 135,9 mil e R$ 145,9 mil, com ADAs 2, iluminação inteligente, faróis matrix, central de 10 polegadas, painel digital de 10,25 (no Altitude são de sete), câmera 360, seis bolsas infláveis e sensor dianteiro. A garantia é de cinco anos para todos.



