Jussara Soares
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Jussara Soares

Em Brasília desde 2018, está sempre de olho nos bastidores do poder. Em seus 20 anos de estrada, passou por O Globo, Estadão, Época, Veja SP e UOL

Brasil descarta acordo com EUA até 1º de agosto e vê dois caminhos; entenda

Governo brasileiro considera negociação por setores específicos, como suco de laranja, café e aeronaves, devido à pressão do setor privado americano

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O governo brasileiro já não acredita na possibilidade de alcançar um acordo com os Estados Unidos antes de 1º de agosto, data em que começam a valer as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, apurou a CNN.

A falta de sinais positivos do lado americano em resposta às tentativas de contato do Brasil tem levado a uma perspectiva pessimista sobre a resolução do impasse.

Diante desse cenário, autoridades brasileiras trabalham com duas hipóteses principais. A primeira seria a possibilidade de negociação setorial, focando em produtos específicos como suco de laranja, café e aeronaves, impulsionada pela pressão do setor privado americano.

A segunda alternativa, considerada mais complexa por depender exclusivamente de Donald Trump, seria a extensão do prazo para aplicação das tarifas.

A situação se complica ainda mais com o tom das declarações públicas entre os dois países. Dentro do governo brasileiro, há divergências sobre a estratégia adotada, com alguns setores defendendo uma postura mais moderada para evitar a escalada da crise.

Enquanto isso, o Departamento de Estado americano analisa possíveis medidas adicionais no campo político, especialmente relacionadas à aplicação da lei Magnitsky. A implementação dessas medidas depende de um entendimento mais amplo dentro do governo americano.

Os canais de comunicação entre os dois países permanecem limitados, e o governo brasileiro aguarda detalhes sobre como serão aplicadas as alíquotas e sobretaxas aos produtos nacionais.

A expectativa é de que, mesmo sem avanços significativos nas negociações, o governo americano ainda precise esclarecer os procedimentos específicos para a implementação das novas tarifas.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.