Tarcísio atuou por aliança com Flávio, mas Republicanos optou neutralidade
Ao menos 17 diretórios decidiram pela isenção da disputa presidencial

Antes da decisão final do Republicanos, de manter a neutralidade na disputa presidencial, a cúpula do partido recebeu apelos do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para fechar uma aliança com o candidato Flávio Bolsonaro (PL).
Tarcísio trabalhou nos bastidores para tentar consolidar uma aliança entre o Republicanos e a candidatura de Flávio Bolsonaro, mas a iniciativa acabou sendo freada pela resistência da maioria da direção nacional da legenda. Ao menos 17 diretórios decidiram pela isenção da disputa presidencial.
A cúpula do partido deliberou, oficialmente, pela neutralidade, na manhã desta terça. Antes mesmo da reunião, dirigentes já avaliavam que o Republicanos dificilmente formalizaria apoio à candidatura de Flávio.
Nos bastidores, integrantes da legenda afirmavam que a tendência se consolidaria após PP e União Brasil optarem, anteriormente, por não fechar aliança na disputa presidencial.
Por nota, o Republicanos esclareceu que a decisão “demonstra maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pelo partido."
No sábado (1º), o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, declarou apoio pessoal a Flávio. A fala ocorreu durante a convenção do partido para lançar Tarcísio de Freitas como representante da sigla ao governo paulista.



