Thais Herédia
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Thais Herédia

Passou pelos principais canais de jornalismo do país. Foi assessora de imprensa do Banco Central e do Grupo Carrefour. Eleita em 2023 a Jornalista Mais Admirada na categoria Economia do Jornalistas e Cia.

Análise: Posição tardia do Brasil sobre Irã carece de indignação

O governo se manifestou com uma nota curta, com dias de atraso lamentando as mortes e ressaltando que: "cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país"

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Está marcada para a próxima quarta-feira (14) a execução de um jovem iraniano. A informação é de uma ONG de direitos humanos. O crime? Ter protestado contra o regime fundamentalista do Irã. 

As manifestações se espalham pelo país, desafiando o poder dos Aiatolás. Mais de dois mil iranianos já morreram e execuções seguem sendo um instrumento de intimidação política. 

A União Europeia cobra o fim da violência, denuncia crimes contra direitos humanos e admite endurecer sanções.

O presidente americano, Donald Trump, pede que a população iraniana vá às ruas e diz que "a ajuda está chegando". E o Brasil? 

O governo se manifestou com uma nota curta, com dias de atraso lamentando as mortes e ressaltando que: "cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país e que o Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo." 

Mas há diálogo possível diante de balas e execuções?