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    Troca do comando da Petrobras é ruim para governança da empresa, diz economista

    À CNN Rádio, Claudio Frischtak avaliou que mudança não vai mudar a política de preços da estatal

    Logo da Petrobras retratado em frente a uma bandeira do Brasil na refinaria Alberto Pasqualini em Canoas, RS
    Logo da Petrobras retratado em frente a uma bandeira do Brasil na refinaria Alberto Pasqualini em Canoas, RS 25/10/2021REUTERS/Diego Vara

    Amanda GarciaBel Camposda CNN

    em São Paulo

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    A troca do comando da presidência da Petrobras “é ruim do ponto de vista da governança da empresa”, na avaliação do economista e conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Claudio Frischtak.

    O ministério de Minas e Energia anunciou, na última segunda-feira (28), que Adriano Pires vai assumir o posto no lugar do general Joaquim Silva e Luna.

    “Essa troca é uma resposta que o executivo está dando à população, mas sinceramente é uma resposta infeliz”, disse, em entrevista à CNN Rádio.

    Frischtak opinou que o trabalho de Silva e Luna era “correto”: “Não tinha como fugir, não podem da noite para o dia mudar a política de preços, não cabe ao presidente da República intervir dessa forma em uma empresa que não é 100% do governo.”

    Ele reforçou que, dessa forma, não haverá mudança no preço dos combustíveis após essa troca.

    O substituto de Silva e Luna, o economista Adriano Pires, já havia afirmado em outras ocasiões que o melhor caminho para a Petrobras seria a privatização.

    Frischtak acredita que “antes de privatizar ou não, seria necessário um estudo detalhado, devido à complexidade da empresa.”

    “Aqui no Brasil é possível que a melhor solução seja a divisão da Petrobras em empresas regionais, que compitam entre si, mas é necessário um trabalho de natureza técnica, que mostre qual é a melhor configuração das futuras empresas.”

    O economista ainda defendeu que a importância das agências regulatórias e defendê-las de “qualquer interferência política.”

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