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    Bolsas da Ásia fecham em alta após liderança chinesa prometer ajudar economia

    Lideranças do Partido Comunista da China prometeram se esforçar mais para impulsionar o crescimento econômico e conter o surto de coronavírus no país

    Corretora em Xangai
    Corretora em Xangai Estela Aguiar

    Sergio Caldas, do Estadão Conteúdo

    As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira (29), após líderes chineses prometerem ampliar esforços para sustentar a segunda maior economia do mundo, que enfrenta sua pior onda de covid-19 desde o início da pandemia.

    Na China continental, o índice Xangai Composto avançou 2,41%, a 3.047,06 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 3,89%, a 1.878,88 pontos.

    Segundo a mídia estatal chinesa, o Politburo — que reúne a liderança do Partido Comunista da China — prometeu se esforçar mais para impulsionar o crescimento e, ao mesmo tempo, conter o atual surto de covid-19.

    A política de “tolerância zero” de Pequim contra a doença tem pesado no desempenho da economia, que vem mostrando claros sinais de desaceleração.

    Em outras partes da Ásia, o Hang Seng saltou 4,01% em Hong Kong, a 21.089,39 pontos, o sul-coreano Kospi avançou 1,03% em Seul, a 2.695,95 pontos, e o Taiex registrou ganho de 1,05% em Taiwan, a 16.592,18 pontos. Já a Bolsa de Tóquio não operou hoje, devido a um feriado nacional no Japão.

    O apetite por risco na região asiática veio também na esteira dos fortes ganhos que as bolsas de Nova York apresentaram na quinta-feira, favorecidas por balanços positivos de grandes empresas dos EUA.

    Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o movimento da Ásia e de Wall Street, com alta de 1,06% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 7.435,00 pontos.

    Com informações da Dow Jones Newswires e Associated Press