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    Governo vai perseguir meta de déficit zero em 2024, diz Alexandre Padilha

    Ministro das Relações Institucionais destacou que o governo tem um desafio de, até o final do ano, consolidar esse ambiente de ajuste do Orçamento público do país

    Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em evento da Febraban
    Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em evento da Febraban Diego Mendes

    Diego Mendesda CNN

    São Paulo

    O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta sexta-feira (1º) que o governo vai perseguir a meta de déficit zero em 2024.

    “Essa trajetória de queda no déficit primário no país, nós vamos continuar perseguindo e vamos perseguir a meta do déficit primário zero no próximo ano”, declarou.

    Em almoço anual da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Padilha destacou que o governo tem um desafio de, até o final do ano, consolidar esse ambiente de ajuste do Orçamento público do país.

    “Vamos consolidar nas votações que nós temos até o final do ano deixando claro que este governo vai cumprir, à risca, e vai fortalecer o que está no arcabouço fiscal. O país tem o desafio de consolidar, até o final deste ano, um ambiente de ajuste do Orçamento público”, disse Padilha.

    O ministro disse ainda que o país já termina o ano de 2023 com um déficit fiscal primário que é menos de um terço do que foi o déficit em 2022.

    Ressaltou também que todo esse cenário contribui para o trabalho que está sendo feito pelo Banco Central, através de reuniões sucessivas que apontam para uma trajetória decrescente de juros no país.

    Ainda segundo o ministro, no próximo ano, as expectativas são ainda mais positivas, uma vez que o país sediará a reunião do G20, dentre outros eventos.

    “Temos mais de 140 eventos internacionais relacionados às vinte maiores economias do mundo aqui no Brasil. Então, é um ambiente muito positivo para o debate. O Brasil se reposicionou no mundo ao longo desse ano com os esforços, não só do presidente Lula, mas também do Congresso, dos atores econômicos e nas missões internacionais que estão sendo consolidadas”, concluiu.