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    Alckmin diz que bloqueio de R$ 2,9 bi no orçamento da União é “prática de boa gestão”

    Segundo vice-presidente da República, medida faz parte das ações do governo para chegar a déficit zero até o fim do ano

    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin
    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin 07/02/23 - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Cleber Rodrigues,da CNN

    O vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (22), que a decisão do governo de bloquear R$ 2,9 bilhões no orçamento da União, é uma “prática de boa gestão” para fechar 2024 com déficit zero.

    “O que o governo quer? Ele quer déficit zero. Então, de um lado, procura-se combater a sonegação, e a arrecadação tá indo bem, do outro lado reduz-se gastos pra você ter responsabilidade fiscal”, disse Alckmin.

    Nesta sexta-feira (22/03), os ministérios da Fazenda e Planejamento anunciaram um bloqueio do Orçamento da União na ordem de R$ 2,9 bilhões.

    O bloqueio foi anunciado nesta sexta-feira (22/03) pelos ministérios da Fazenda e Planejamento. O número consta no primeiro relatório bimestral de avaliação de despesas e receitas do ano.

    A medida será implementada nos gastos discricionários, ou seja, os não obrigatórios, que são aqueles livres para que os ministérios possam gastar e envolvem também investimentos.

    De acordo com a publicação, os ministérios também projetam déficit de R$ 9,3 bilhões, equivalente a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2024, mas a meta do governo é zero até o fim do ano.

    Segundo o texto, o governo não pode aumentar as despesas acima de 70% da projeção de arrecadação. Além disso, os gastos não podem ultrapassar 2,5% ao ano, acima do IPCA do ano passado.

    “Você imagina que vai arrecadar tanto, mas não é certeza. Então se contingencia parte do orçamento, se lá na frente arrecadou, descontingencia. Se não arrecadou, já está contigenciado. É uma prática de boa gestão”, afirmou o vice-presidente.

    Os discursos foram feitos durante visita de Alckmin ao Centro de Inovação do Senac RJ, na capital fluminense.

    *Com informações Cristiane Noberto, da CNN