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    Déficit comercial dos EUA tem queda acentuada em março após aumento das exportações

    Departamento de Comércio informou que o déficit comercial caiu 9,1%, para US$ 64,2 bilhões

    Exportações cresceram 2,1%, para US$ 256,2 bilhões
    Exportações cresceram 2,1%, para US$ 256,2 bilhões 09/05/2018. REUTERS/Brian Snyder

    da Reuters

    O déficit comercial dos Estados Unidos diminuiu de forma acentuada em março com o aumento das exportações, o que pode fazer com que o comércio continue contribuindo para o crescimento econômico no segundo trimestre.

    O déficit comercial caiu 9,1%, para US$ 64,2 bilhões, informou o Departamento de Comércio nesta quinta-feira (4). Os dados de fevereiro foram revisados para mostrar aumento para US$ 70,6 bilhões, em vez dos US$ 70,5 bilhões divulgados anteriormente.

    As exportações cresceram 2,1%, para US$ 256,2 bilhões. As exportações de bens dispararam 3,1%, para US$ 174,3 bilhões. As exportações de petróleo bruto aumentaram US$ 2,5 bilhões, impulsionando os embarques de suprimentos e materiais industriais.

    Também houve aumento nas exportações de veículos automotores, peças e motores. As exportações de serviços aumentaram US$ 0,1 bilhão, para um recorde de US$ 81,8 bilhões, impulsionadas por viagens e transporte.

    As importações caíram 0,3%, para US$ 320,4 bilhões, com as encomendas de bens caindo 0,5%, para US$ 260,9 bilhões. A queda nas importações em março provavelmente sinalizou o abrandamento do investimento empresarial, à medida que os efeitos defasados e cumulativos dos juros mais altos começam a ser sentidos.

    As importações de bens de capital caíram US$ 1,9 bilhão, puxadas por semicondutores, aparelhos elétricos e máquinas de escavação. Houve também quedas nas importações de petróleo bruto e produtos químicos orgânicos.

    Um déficit comercial menor foi um dos contribuintes para a taxa de crescimento anualizado de 1,1% da economia no primeiro trimestre. O comércio contribuiu para o crescimento do PIB por quatro trimestres consecutivos, uma tendência que os economistas esperam que persista neste trimestre.