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    Dólar abre em queda com dados fracos da China e à espera de inflação dos EUA

    Dados divulgados hoje podem dar mais indicativos sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed) sobre o futuro da taxa de juros nos EUA

    Investidores seguem com o radar voltado para o exterior
    Investidores seguem com o radar voltado para o exterior Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

    Da CNN São Paulo

    O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (13), negociando com recuo de 0,37%, aos R$ 4,8, por volta das 9h03.

    Os investidores seguem com o radar voltado para o exterior. Digerindo os dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos (EUA), enquanto acompanham os dados de inflação ao produtor (PPI) e de seguro-desemprego semanal, que são divulgados hoje.

    A expectativa do Refinitiv é de um aumento de 0,2% no PPI de junho na comparação com maio, e de avanço de 0,4% na base anual.

    Os dados divulgados hoje podem dar mais indicativos sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed) sobre o futuro da taxa de juros nos EUA.

    O Fed está legalmente vinculado ao que é conhecido como seu duplo mandato: promover o máximo de emprego e a estabilidade de preços.

    A instituição tem sido bem-sucedida em alcançar taxas de desemprego historicamente baixas por quase dois anos.

    Mas esse não é o caso da inflação (também conhecida como estabilidade de preços), que está bem acima da meta de 2% do Fed há mais de um ano.

    Na véspera, o índice de preços ao consumidor (CPI) registrou alta de 0,2% em junho, após um aumento de 0,1% no mês anterior, e ficou abaixo da estimativa do mercado e influenciou o bom humor global, que impulsionou o fechamento do Ibovespa no campo positivo.

    Enquanto isso, a China deu mais sinais de desaceleração econômica, depois que registrou que as suas exportações caíram no mês passado em seu ritmo mais rápido em três anos.

    As exportações caíram 12,4% em junho em relação ao mesmo período do ano anterior, pior do que o esperado, mostraram dados do Departamento de Alfândega da China nesta quinta-feira, após uma queda de 7,5% em maio.

    Os dados pressionam cada vez mais as autoridades chinesas por novas medidas de estímulo.

    Por aqui, a Confederação Nacional da Industria (CNI) projeta que o crescimento econômico do Brasil será de 2,1% em 2023, em relação ao ano passado. Os dados são do Informe Conjuntural do 2º trimestre de 2023, e foi divulgado nesta quinta-feira (13).

    A projeção da CNI para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil é mais otimista que a expectativa mais recente feita pelo ministério da Fazenda, em que o PIB deve crescer 1,9% em 2023.

    Já o Banco Central, segundo o Relatório Trimestral de Inflação, projeta que o crescimento econômico neste ano será de em 2%.

    *Com informações de agência Reuters