S&P 500 e Nasdaq fecham em recorde pelo 2º dia consecutivo
Petróleo também fechou em alta, mas abaixo de US$ 100 o barril

Os principais índices acionários de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira (16), com o S&P 500 e o Nasdaq atingindo novos recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo.
O cessar-fogo entre Israel e Líbano de 10 dias entrou em vigor às 18h desta quinta-feira (16), pelo horário de Brasília, após anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, mais cedo.
Donald Trump também sugeriu nesta quinta (16) que outra rodada de negociações presenciais com o Irã pode acontecer neste fim de semana.
O Dow Jones subiu 0,24%, para 48.578 pontos. O Nasdaq ganhou 0,36%, a 24.102 pontos, e o S&P 500 teve alta de 0,26%, a 7.041 pontos.
O S&P 500 e o Nasdaq fecharam em máximas históricas na quarta-feira (15), recuperando as perdas ligadas à guerra entre Estados Unidos e Israel com o Irã.
O petróleo fechou em alta, mas permanecem abaixo de US$ 100 o barril. O Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 4,7%, a US$ 99,39 o barril. O petróleo WTI, referência nos EUA, para maio, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 3,72%, a US$ 94,69 o barril.
A Casa Branca expressou otimismo na quarta (15) sobre a possibilidade de um acordo com Teerã, observando que uma possível segunda rodada de negociações provavelmente ocorrerá no Paquistão.
Dentre os destaques do mercado, a gigante americana de bebidas PepsiCo subiu mais de 2% após superar as estimativas de lucro trimestral.
Após o fechamento, a Netflix divulgou o balanço corporativo referente ao primeiro trimestre de 2026 e os papéis da gigante de streaming caíam quase 9% por volta das 18h40 no after hours de Nova York.
Além disso, os investidores também estão acompanhando a instável transição de liderança no Federal Reserve. Kevin Warsh, indicado por Donald Trump para suceder Jerome Powell como presidente do Fed, parece enfrentar uma sucessão menos tranquila e mais lenta do que o esperado.
Trump declarou na quarta-feira (15) que demitiria Powell do cargo no Conselho de Governadores do BC dos EUA se Powell não deixasse a posição quando o mandato como chair do Fed terminar em 15 de maio.
*Com informações da CNN Internacional e da Reuters


