Poderíamos estar em um patamar de juros menor, diz Haddad à CNN

Em entrevista ao Bastidores CNN, Fernando Haddad afirmou que o Brasil poderia estar com juros mais baixos e destacou que respeita institucionalmente o Banco Central e Gabriel Galípolo

Da CNN Brasil
Compartilhar matéria

O pré-candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) afirmou, em entrevista ao Bastidores CNN desta quarta-feira (15), que o Brasil "poderia estar em um patamar de juros menor". Segundo o ex-ministro, expressar opiniões sobre a política monetária é algo natural e não fere a autonomia das instituições.

"Isso não é ofensivo a ninguém. E eu respeito muito institucionalmente o Banco Central e a figura do Galípolo também", afirmou. Ele acrescentou que nunca se furtou a dar sua opinião sobre juros, mesmo durante a gestão anterior do BC.

Haddad defendeu o diálogo como forma de construir caminhos para o país. "A vida se faz de diálogo, não se faz de outro jeito. É dialogando que a gente vai construindo o caminho", destacou o pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, sugerindo que o debate sobre a política monetária deve ser encarado como parte de uma discussão saudável entre diferentes setores da sociedade.

Durante a entrevista, Haddad também comentou sobre a formação de sua chapa para as eleições em São Paulo, destacando a qualidade dos possíveis integrantes. Ele mencionou nomes como Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França como potenciais aliados, todos com experiência em cargos públicos e, segundo ele, com reputação ilibada.

"É o melhor problema. Todo mundo passou pelo crivo da ética, ninguém tem problema nenhum com nada, tudo ficha limpa", afirmou, ressaltando o perfil dos possíveis integrantes de sua chapa.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
Acompanhe Economia nas Redes Sociais