Atlas: Haddad surge à frente de Flávio e Tarcísio em cenários de 1º turno

Apesar de ter o nome avaliado pelo levantamento, ministro da Fazenda afirmou no início desta semana que não tem interesse em disputar as eleições de 2026

Lucas Schroeder, da CNN Brasil, São Paulo
Fernando Haddad, ministro da Fazenda  • Diogo Zacarias/MF
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em eventuais cenários de primeiro turno para o Planalto testados pela pesquisa AtlasIntel/Bloomberg.

No primeiro quadro avaliado pelo levantamento divulgado nesta quarta-feira (21), Haddad tem 41,5% das intenções de voto, contra 35,4% de Flávio.

Na sequência, surge o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 5,2%. Renan Santos, líder do Missão, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pontuam 3,4% e 3,3%, respectivamente.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), marca 2,6%, enquanto o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) assinala 1,1%. Votos em branco ou nulos somam 6,3%. Outro 1,1% não soube responder (confira os detalhes no gráfico abaixo).

Foram ouvidas 5.418 pessoas, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre os dias 15 e 20 de janeiro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02804/2026.

Embora o nome de Haddad conste no levantamento, o chefe da Fazenda sinalizou no início desta semana que não pretende se candidatar nas eleições deste ano, manifestando o desejo de "discutir um projeto de país no cenário internacional".

Já no segundo panorama apresentado pela pesquisa, Haddad tem 42,0% das intenções de voto, ante 28,9% de Tarcísio. A seguir, aparecem Caiado e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), com 5,0% e 4,9%, nesta ordem.

Aqui, Renan Santos tem 3,6%, e Aldo Rebelo, 0,7%. Votos em branco ou nulos totalizam 9,5%. Outro 1,6% não soube responder.