Dois últimos flamingos da Austrália, símbolos LGBTQ+, são exibidos em museu

Os flamingos "Grande" e "Chile" morreram há alguns anos, mas foram transformados por taxidermistas para exposição em evento

Zoológico Adelaide

Hannah Ryanda CNN

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Quando os dois últimos flamingos da Austrália, chamados “Greater” e “Chile“, morreram em 2014 e 2018, respectivamente, acreditava-se que seria a última vez que o país veria os pássaros majestosos.

No entanto, eles ganharam um novo “sopro de vida” por taxidermistas que prepararam a dupla para uma exibição no Museu do Sul da Austrália. A taxidermia é uma técnica de preservar animais e apresentá-los como se estivessem vivos.

A dupla foi adotada como um emblema do festival Feast e da comunidade LGBTQ +, no sul do país.

Greater e Chile foram exibidos ao público na sexta-feira em evento no museu denominado “Birds of a Feather: (Frock Together!)”, realizado em parceria com o LGBTQ + festival Feast de Adelaide.

Os dois animais eram residentes muito queridos no Zoológico de Adelaide, no sul da Austrália. Greater era considerado um dos mais velhos flamingos em cativeiro no mundo e morreu aos 83 anos, enquanto o Chile tinha 60 anos quando faleceu.

Flamingos não existiam em estado selvagem na Austrália desde a última era do gelo – eles só viveram em zoológicos do país desde então. Greater foi trazido ao zoológico na década de 1930, e acredita-se que Chile tenha chegado na década de 1970.

Greater e Chile viverão agora em sua forma preservada, no Museu do Sul da Austrália, para que todos possam vê-los.

 

(Texto traduzido. Leia o original aqui)

 

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