Flip 2021 terá Margaret Atwood, Alice Walker e Ailton Krenak; saiba mais

O evento destaca nomes internacionais com programação desenvolvida a partir do termo Guarani Nhe’éry, usado como referência à Mata Atlântica para destacar os universos plurais da floresta

A escritora canadense Margaret Atwood, a americana Alice Walker e os mineiros Conceição Evaristo e Ailton Krenak estão entre as atrações de maior peso dos debates
A escritora canadense Margaret Atwood, a americana Alice Walker e os mineiros Conceição Evaristo e Ailton Krenak estão entre as atrações de maior peso dos debates Divulgação

Debora Sandercolaboração para a CNN

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A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) revelou nesta quinta-feira (18) a maior parte da programação que integrará a edição deste ano do evento. As mesas acontecem online entre 27 de novembro e 5 de dezembro, com transmissão pelo canal do YouTube da Flip.

A escritora canadense Margaret Atwood, a americana Alice Walker e os mineiros Conceição Evaristo e Ailton Krenak estão entre as atrações de maior peso dos debates.

No dia 1º de dezembro, Atwood, autora de “O Conto da Aia”, conversa com o cientista brasileiro Antonio Nobre. Alice Walker, de “A Cor Púrpura”, e Conceição Evaristo, autora de “Ponciá Vicêncio”, dialogam no dia 4 de dezembro.

No último dia da festa literária está previsto um debate entre o líder indígena Ailton Krenak, autor de “Ideias para adiar o fim do mundo”, e o professor, jornalista e sociólogo Muniz Sodré.

Essa é a segunda edição da Flip realizada de forma virtual. Diferentemente das edições passadas, que escolhiam um autor homenageado, o evento deste ano foi pensado por cinco curadores que propuseram um tema central para o debate.

Conforme o texto apresentado pela curadoria da festa, a programação foi desenvolvida a partir do termo Guarani Nhe’éry, usado como referência à Mata Atlântica para destacar os universos plurais da floresta. O conceito é o ponto de partida do debate de abertura do evento, que acontece no dia 27 com Carlos Papá, cineasta e líder Guarani Mbya, e Cristine Takuá, professora e fundadora do Instituto Maracá, ONG de proteção e disseminação do patrimônio indígena.

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