"Não lembro de um ano tão forte", diz Santoro sobre cinema brasileiro
À CNN, ator destacou conquistas internacionais, além do Oscar de melhor filme estrangeiro
Em um momento significativo para a indústria cinematográfica nacional, o ator Rodrigo Santoro, 50, ressaltou o caráter excepcional de 2023 para o cinema brasileiro, marcado por conquistas expressivas no cenário internacional.
Durante a 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde apresentou "O Filho de Mil Homens", Santoro destacou à CNN as premiações importantes do ano: o Urso de Prata conquistado por "Último Azul" no Festival de Berlim; o Oscar de melhor filme estrangeiro para "Alvorada"; e o reconhecimento de "O Agente Secreto" em Cannes.
"Não me lembro de um ano tão forte e tão ativo internacionalmente. Estamos em um momento em que temos que, além de alimentar o que está acontecendo, mas olhar para a frente, para o que vem, para que a gente consiga retroalimentar a indústria e continuar progredindo", disse.
O ator enfatizou que o cinema brasileiro retoma sua posição de destaque nas conversas mundiais, relembrando que essa não é a primeira vez que o país alcança tal reconhecimento internacional. Segundo ele, após um período de menor visibilidade, a cinematografia nacional volta a ocupar um lugar de evidência.
Além das produções premiadas internacionalmente, o ator destacou a qualidade da safra atual de filmes brasileiros, demonstrando otimismo quanto ao futuro da indústria cinematográfica nacional.
"O Brasil já esteve lá [no cenário internacional], passou um tempo sem estar e acho que, sem dúvida, esse ano ele retoma esse lugar", definiu Rodrigo Santoro.


