Matheus Cunha: “Ancelotti quer mostrar o Brasil para o mundo”

Atacante da Seleção analisou possível presença garantida na lista final de convocados para a Copa do Mundo

Jairo Nascimento, da CNN Brasil, São Paulo
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“Ancelotti quer mostrar o Brasil para o mundo”, definiu o atacante Matheus Cunha ao explicar a disposição do treinador e do elenco em vencer Senegal e Tunísia, em amistosos, e fazer uma boa campanha na Copa do Mundo de 2026, na América do Norte.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (11), o atacante do Manchester United defendeu o treinador. “Ele quer demonstrar o que é o Brasil para o mundo. A gente tá tentando ter esse impacto muito grande para todos. Senegal, ou qualquer outra seleção, a gente quer entrar em campo e mostrar o que é o Brasil. A gente que impor o nosso jogo, a gente quer ganhar, a gente quer convencer e a gente quer mostrar para todo mundo que vocês estão bem representados com quem usa essa camisa. Acho que nesse período, é mostrar para todos as pessoas ao redor que o que ele está construindo é algo muito sólido”, disse.

O Brasil nunca venceu a seleção senegalesa no histórico. Um empate por 1 a 1, em 2019, e uma derrota por 4 a 2, em 2023, também em amistosos.

Quase lá?

Ele está presente desde a primeira convocação de Carletto, em maio, o atacante acumula 12 jogos pela Verde e Amarela, incluindo as duas últimas partidas contra a Coreia do Sul e Japão. Ao todo, são 23 convocações em toda carreira e participação na Olimpíada de 2020. “Estar aqui e saber da sua importância e de outras convocações, dá uma tranquilidade de saber que você está aqui de uma forma mais firme.O grupo tá se fechando cada vez mais. Sem dúvida nenhuma, quero fazer parte disso”, disse o atacante.

Porém, para ele, não há um aparente favoritismo de Ancelotti ao garantí-lo como atacante da Seleção na Copa.

“Esse ciclo é diferente, tem muitos jogadores que mostram que querem estar aqui. Apesar de toda instabilidade que esse ciclo teve, a gente chega num momento que tá tudo muito claro, mas agora com um norte muito mais firme”, explicou sobre as recentes mudanças de técnicos.

“Até para ver a convocação, você tem uma certa ansiedade. Eu tento não pensar nisso. Tô sempre feliz e honrado de ser convocado, mas só penso no agora. Sinto que eu faço mais parte dos últimos “entendedores” da ideia dele, que tem uma certa firmeza daqueles que ele convoca a um certo tempo”, ponderou ao entender que tem chances, não garantias de um “passaporte carimbado”.

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