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    69% dos eleitores votaram nas primárias da Argentina, participação menor que na prévia de 2019

    Argentinos foram às urnas definir os candidatos que concorrerão aos cargos de presidente e vice, além de membros do Parlamento do Mercosul, da Câmara dos Deputados e do Senado

    Canditados vão concorrer à vaga na Casa Rosada, em Buenos Aires
    Canditados vão concorrer à vaga na Casa Rosada, em Buenos Aires 13/09/2021. REUTERS/Agustin Marcarian

    *Da CNN

    O processo de votação dos candidatos que vão disputar as eleições na Argentina teve participação de 69% dos eleitores cadastrados, segundo o relatório divulgado neste domingo (13) pela Câmara Nacional Eleitoral, informou a agência de notícias Télam.

    O número é quase sete pontos a menos comparado ao das últimas eleições primárias presidenciais (Paso, na sigla em espanhol para Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias) realizadas em 2019, nas quais a convocação às urnas atingiu 76,4%.

     

    Neste domingo, os argentinos foram às urnas para definir os candidatos que concorrerão aos cargos do Parlamento do Mercosul, à Câmara dos Deputados e ao Senado, além da Presidência e vice-presidência do país.

    A presença é obrigatória a todos os eleitores argentinos de 18 a 70 anos que moram no país. Quem não votar entra no registo de infratores e deve pagar uma multa, exceto se justificar a ausência por motivos de saúde ou distância.

    Se o eleitor não explicar sua ausência, ainda assim, não recebe nenhum impedimento para votar nas eleições gerais.

    O cenário é um pouco diferente para os grupos políticos. As primárias também são obrigatórias a eles — mas, caso não participem desse pleito, não podem ter candidatos nas eleições gerais.

    Grande parte das cadeiras das Câmaras de Deputados e Senadores também está sendo renovada, e há votação para eleger governadores em 21 das 23 províncias, assim como o prefeito de Buenos Aires.

    Os pré-candidatos escolhidos hoje serão, de fato, os candidatos que concorrerão à Presidência da Argentina no dia 22 de outubro.

    Os postulantes precisariam de 45% para vencer a eleição geral já no primeiro turno, ou 40% com uma vantagem de 10 pontos sobre o segundo colocado.

    Se nenhum partido conseguir isso, haverá um segundo turno no dia 19 de novembro.

    *Publicado por Diego Mendes, com informações de Salma Freua, da CNN.