Análise: Se o Hamas não cedesse, provavelmente deixaria de existir

A analista Fernanda Magnotta, no CNN 360º, avalia que Donald Trump foi fundamental para a concretização do acordo de cessar-fogo

Da CNN Brasil
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O chefe do Hamas na Faixa de Gaza anunciou, nesta quinta-feira (9), a aceitação de um acordo para cessar-fogo permanente com Israel. A decisão reflete o enfraquecimento significativo do grupo e a falta de recursos para manter o conflito. Segundo análise de Fernanda Magnotta, no CNN 360º, o Hamas não tem outra opção a não ser aceitar o cessar-fogo. "Se não cedesse agora talvez deixasse de existir em definitivo", destaca Magnotta sobre a existência do Hamas.

Apesar da decisão, é improvável que o tema deixe de aparecer, já que o acordo não resolve as questões estruturais do conflito israelo-palestino, como divisão territorial e a possibilidade de criação de dois Estados. Trata-se de um compromisso de curto prazo que visa garantir uma estabilidade momentânea.

 

A decisão ocorre em um momento em que o Hamas se encontra em situação precária, tanto em termos militares quanto econômicos.

A mediação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi fundamental para a concretização do acordo, aproveitando sua posição como principal aliado militar e político de Israel.

No entanto, o entendimento enfrenta resistência da ala mais radical do governo israelense, que defendia a eliminação total do Hamas como a única solução aceitável.

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