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    Biden recebe líderes da Suécia e Finlândia na Casa Branca

    Encontro acontece na mesma semana que países nórdicos solicitaram adesão à Otan

    O presidente dos EUA Joe Biden (C), a primeira-ministra da Suécia, Magdalena Andersson (D) e o presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, posam para fotos em frente à Casa Branca.
    O presidente dos EUA Joe Biden (C), a primeira-ministra da Suécia, Magdalena Andersson (D) e o presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, posam para fotos em frente à Casa Branca. Getty Images

    Sam Fossumda CNN

    O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu o presidente finlandês Sauli Niinistö e a primeira-ministra sueca Magdalena Andersson na Casa Branca nesta quinta-feira (19), depois que os líderes de ambas as nações nórdicas apresentaram solicitações de adesão à Otan.

    Os pedidos de Suécia e Finlândia para ingressar na aliança vêm em resposta à guerra da Rússia na Ucrânia, que despertou preocupações de segurança em toda a região. Seus movimentos para se juntar à Otan marcam uma evolução dramática na segurança e geopolítica europeias.

    Os líderes estão programados para realizar uma reunião na Sala do Gabinete da Casa Branca e depois falarão à imprensa em um dos jardins do local.

    O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, disse a repórteres na quarta-feira (18) que a reunião com os líderes em Washington permitirá que as três nações “coordenem o caminho a seguir” e “comparem impressões” sobre o movimento.

    Sullivan chamou as candidaturas da Finlândia e da Suécia para aderir à aliança de “um momento decisivo na segurança europeia”.

    Os pedidos de entrada dos países na aliança militar liderada pelos EUA geraram críticas da Rússia, com o presidente Vladimir Putin declarando que “a expansão da infraestrutura militar neste território certamente provocaria nossa resposta”, em referência a um reforço militar aos países.

    Tayyip Erdogan, presidente da Turquia, que é membro da aliança, prometeu barrar a entrada dos dois países nórdicos na Otan, sob a justificativa de que os dois governos abrigam pessoas ligadas a grupos que considera terroristas, como o grupo militante do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) e seguidores de Fethullah Gulen, a quem o governo turco acusa de orquestrar a tentativa de golpe de 2016.

    Meagan Vazquez, da CNN, contribuiu com reportagem para este post.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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