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    China pediu à Rússia que invasão da Ucrânia ocorresse após Olimpíada, diz relatório

    Autoridades dos EUA consideram o relatório crível, mas seus detalhes estão abertos à interpretação

    Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping
    Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping Sputnik/Aleksey Druzhinin/Kremlin via REUTERS

    Katie Bo LillisNatasha Bertrandda CNN

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    Um relatório de inteligência ocidental indicou que autoridades chinesas, no início de fevereiro, solicitaram que altos funcionários russos esperassem até o término dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim antes de iniciar uma invasão à Ucrânia, disseram autoridades dos Estados Unidos nesta quarta-feira (2).

    Autoridades dos EUA consideram o relatório crível, mas seus detalhes estão abertos à interpretação, de acordo com uma fonte familiarizada com a inteligência.

    Embora o pedido tenha sido feito na época em que o presidente Vladimir Putin visitou Pequim para a cerimônia de abertura das Olimpíadas, em que se encontrou com o presidente chinês Xi Jinping, não está claro no relatório se Putin abordou o assunto diretamente com Xi, disse a fonte.

    Os oficiais de inteligência ocidentais que observavam cautelosamente o acúmulo de Putin na fronteira ucraniana na época previam o adiamento de qualquer ação militar até depois das Olimpíadas para evitar irritar a China.

    Após a reunião de Putin e Xi, Moscou e Pequim emitiram uma declaração conjunta declarando que sua parceria “não tinha limites” e condenando a expansão da Otan, um pilar fundamental da justificativa do presidente russo para atacar a Ucrânia.

    Essa declaração elevou as preocupações ocidentais sobre uma aliança florescente entre a China e a Rússia.

    Liu Pengyu, porta-voz da embaixada chinesa em Washington, disse: “as alegações mencionadas nos relatórios relevantes são especulações sem qualquer base, e pretendem transferir a culpa e difamar a China”.

    A CNN entrou em contato com a embaixada russa em Washington para comentar.

    O jornal New York Times relatou pela primeira vez a existência do relatório.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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