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    Egito vai permitir entrada de ajuda em Gaza pela passagem de Kerem Shalom

    Posto fica na fronteira entre o território egípcio e israelense e antes da guerra era uma das portas de entrada de caminhões humanitários

    Caminhão transporta ajuda humanitária pelo Trident Pier, um cais temporário para entrega de ajuda, ao largo da Faixa de Gaza
    Caminhão transporta ajuda humanitária pelo Trident Pier, um cais temporário para entrega de ajuda, ao largo da Faixa de Gaza 19/05/2024U.S. Army Central/Divulgação via REUTERS

    Doina Chiacuda Reuters

    Washington

    O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, saudou nesta sexta-feira (24) o comprometimento do Egito em permitir que a ajuda humanitária fornecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) ingresse na Faixa de Gaza por meio de uma base temporária no posto fronteiriço de Kerem Shalom, informou a Casa Branca.

    Biden também disse ao presidente egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi, em ligação, que apoia os esforços para reabrir a fronteira de Rafah sob termos aceitáveis por Egito e Israel. Ele afirmou ainda que os EUA enviarão uma equipe sênior ao Cairo na próxima semana para negociações, de acordo com o comunicado da Casa Branca.

    “O presidente Biden saudou o compromisso do presidente Al-Sisi de permitir o fluxo de ajuda humanitária da ONU no Egito, por meio do posto fronteiriço de Kerem Shalom, em caráter provisório, para a distribuição futura pela Faixa de Gaza. Isso ajudará a salvar vidas”, acrescentou.

    O presidente egípcio concordou em enviar a ajuda temporária até que mecanismos legais sejam erguidos para reabrir a fronteira de Rafah pelo lado palestino, afirmou a Presidência egípcia.

    Parte dos suprimentos alimentares que aguardam para entrar na Faixa de Gaza a partir do Egito começaram a apodrecer, já que a fronteira de Rafah permanece fechada pela terceira semana para a entrega de auxílio humanitário. Pessoas dentro do enclave palestino enfrentam uma piora do problema da fome.

    Rafah era o principal ponto de entrada de ajuda humanitária e suprimentos comerciais no território. Isso antes de Israel intensificar a ofensiva perto da fronteira no dia 6 de maio, e tomar controle do posto.