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    Biden diz que não vai “demonizar” imigrantes, mas pede ação contra crise na fronteira

    Questão da imigração é um dos principais pontos da campanha presidencial de 2024

    Tiago Tortellada CNN

    em São Paulo

    Durante o discurso do Estado da União na quinta-feira (7), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pontuou que não vai “demonizar” os imigrantes, mas pediu por ação contra a crise na fronteira com o México.

    “Não vou demonizar os imigrantes dizendo que são veneno no sangue do nosso país. Não separarei famílias. Não proibirei pessoas por causa da sua fé, ao contrário do meu antecessor”, disse ele, referindo-se aos comentários e às políticas de Donald Trump.

    A questão da imigração é um dos principais pontos, se não o principal, da campanha presidencial de 2024. Com o número de pessoas tentando cruzar a fronteira batendo recordes, Trump usa a questão como bastão político.

    No discurso desta quinta, Biden pediu novamente para o Congresso aprovar um pacote bipartidário sobre ações para combater essa crise.

    “Este projeto salvaria vidas e traria ordem à fronteira”, ressaltou, afirmando que o texto daria autoridade emergencial ao presidente para fechar a fronteira quando o número de imigrantes for “esmagador”.

    A medida foi barrada no Congresso após pedido de Donald Trump aos colegas de partido. “Meus amigos republicanos, vocês devem ao povo americano a aprovação deste projeto de lei”, advertiu Biden.

    Veja todos os destaques do discurso do Estado da União de Joe Biden de 2024 nesta matéria.