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    Furacão Idalia pode provocar ondas de mais de 3 metros de altura na Flórida

    Pelo menos 23 condados publicaram ordens de evacuação nas redes sociais; cerca de 5.500 soldados foram mobilizados

    Beatriz Gabrieleda CNN*

    A chegada do furacão Idalia à Flórida, nos Estados Unidos, pode afetar milhões de pessoas na região. A expectativa é que ele avance e chegue na costa na manhã de quarta-feira (30), com ventos de pelo menos 179 quilómetros por hora.

    Em alguns locais, já há residências sendo evacuadas. Estados como a Geórgia e a Carolina do Sul estão sob alerta de tempestade.

    A possibilidade é de que o furacão Idalia atinja a categoria 3 na escala de vento Saffir-Simpson, que possuí 5 níveis. Se a expectativa se concretizar, o fenômeno será considerado um grande furacão.

    A ameaça que o fenômeno representa é o crescimento de uma parede de água no mar que pode atingir de 2,44 até 3,66 metros de altura, podendo inundar muitas áreas da costa da Flórida, segundo autoridades. As enchentes podem demorar dias para diminuírem.

    As autoridades estão se esforçando para retirar moradores da região antes de anoitecer. Pelo menos 23 condados publicaram ordens de evacuação nas redes sociais. Em 12 deles, a medida foi colocada como obrigatória, especialmente para aqueles que vivem em zonas costeiras e propensas a inundação. Dezenas de abrigos já foram abertos e aguardam a chegada dos residentes.

    Mesmo aqueles moradores que não estão sob ordem de evacuação sofrerão com os impactos provocados pelo fenômeno. O fechamento de serviços gerais e cortes de energia já estão previstos. Alguns distritos escolares cancelaram as aulas desde segunda-feira. Operações no Aeroporto Nacional de Tampa também foram suspensas.

    O governador da Flórida, Ron deSantis, declarou estado de emergência para 46 condados. Cerca de 5.500 soldados foram mobilizados e trabalhadores das redes elétricas já estão acionados para restaurar a energia.

    Vídeo: Prateleiras ficam vazias na Flórida à espera de furacão Idalia

    (Com informações da Reuters)

    * Sob orientação de Fábio Munhoz