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    Israel diz que matou metade dos chefes do Hezbollah no sul do Líbano; grupo nega

    Agente do Hezbollah afirma que alegação é "ridícula" e que ainda não houve mobilização de força total

    Membros do Hezbollah seguram bandeiras com o símbolo do grupo próximos à fronteira de Israel
    Membros do Hezbollah seguram bandeiras com o símbolo do grupo próximos à fronteira de Israel 25/05/2023REUTERS/Aziz Taher

    Da CNN

    Metade dos comandantes do Hezbollah no sul do Líbano foram mortos desde que os combates com Israel começaram em 7 de outubro, de acordo com o ministro da Defesa de Israel, uma afirmação que o grupo armado nega.

    A fala de Yoav Gallant aconteceu após uma “discussão operacional profunda” no quartel-general do comando norte das Forças de Defesa de Israel (FDI).

    Ele disse que há uma “operação ofensiva contínua pelas forças das FDI em todo o sul do Líbano”, cujos resultados são “muito impressionantes”.

    “Metade dos comandantes do Hezbollah no sul do Líbano foram eliminados… fizemos com que eles morressem, se escondessem ou abandonassem o sul do Líbano devido à operação das FDI, o que está sendo feito intensamente”, destacou.

    Um agente do Hezbollah que falou à CNN sob condição de anonimato negou essas alegações.

    “A afirmação é ridícula. Destina-se ao público interno, ou talvez aos colonos do norte”, comentou.

    Ele também afirmou que o Hezbollah ainda não anunciou sua “mobilização total”, acrescentando que “os nossos combatentes continuam seguindo um sistema de serviço e saída [desmobilização]”.

    Houve meses de ataques diários e mortais através da fronteira, tanto por parte de Israel como do Hezbollah, que deslocaram dezenas de milhares de residentes libaneses e israelenses das suas casas.

    Israel disparou artilharia e usou jatos e drones para atingir alvos, enquanto o Hezbollah usou parte do seu vasto arsenal de foguetes e mísseis.