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    Israel pede ao Conselho de Segurança da ONU que pressione o Hamas sobre reféns

    Katz falou ao conselho de 15 membros, reunido para discutir um relatório da ONU que concluiu haver "motivos razoáveis para acreditar" que houve violência sexual durante os ataques do Hamas em 7 de outubro

    Israel Katz, ministro das Relações Exteriores das Nações Unidas, durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas na sede da ONU em Nova York, EUA
    Israel Katz, ministro das Relações Exteriores das Nações Unidas, durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas na sede da ONU em Nova York, EUA 11/03/2024REUTERS/David 'Dee' Delgado

    Reuters

    O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, exigiu nesta segunda-feira que o Conselho de Segurança da ONU “exerça o máximo de pressão possível” sobre militantes palestinos do Hamas para que libertem as pessoas feitas de reféns durante o ataque de 7 de outubro contra Israel.

    Katz falou ao conselho de 15 membros, reunido para discutir um relatório da ONU que concluiu haver “motivos razoáveis para acreditar” que houve violência sexual, incluindo estupro e estupro coletivo, em vários locais durante o ataque do Hamas em 7 de outubro.

    “Estamos pedindo que vocês condenem os crimes de violência sexual que esses bárbaros cometeram em nome da religião muçulmana”, disse Katz ao Conselho de Segurança, também pedindo que o órgão “exerça o máximo de pressão possível sobre a organização do Hamas para que ela liberte imediata e incondicionalmente todos os reféns sequestrados”.

    O ministro pediu que sejam impostas sanções ao Hamas, acusando o grupo de crimes “piores do que os atos de terror executados por al-Qaeda, Estado Islâmico e outras organizações terroristas” que foram alvos do Conselho de Segurança.

    O Conselho de Segurança pediu a libertação imediata e incondicional de todos os reféns em resoluções em novembro e dezembro e considera, atualmente, uma resolução redigida pelos Estados Unidos que inclui uma condenação ao ataque do Hamas em 7 de outubro, “assim como a tomada e morte de reféns, assassinato de civis e violência sexual, incluindo estupro”.

    O Hamas matou 1.200 pessoas e tomou 253 reféns em 7 de outubro, segundo cálculos israelenses. Israel retaliou com uma ofensiva militar na Faixa de Gaza que matou mais de 31.000 pessoas, segundo as autoridades sanitárias de Gaza.

    O embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour, acusou Israel no Conselho de Segurança de buscar o “deslocamento forçado de nosso povo ao tornar Gaza inabitável”.

    (Reportagem de Michelle Nichols)