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    Israel revoga visto de coordenadora humanitária da ONU, diz ministro

    Autoridade alegou "preconceito da ONU" e disse que não ficará calado

    Tanques israelenses deixam a Faixa de Gaza após acordo de trégua com o Hamas para a libertação de reféns e entrada de ajuda humanitária
    Tanques israelenses deixam a Faixa de Gaza após acordo de trégua com o Hamas para a libertação de reféns e entrada de ajuda humanitária Reuters

    Mitchell McCluskeyda CNN

    Israel revogou o visto da coordenadora humanitário das Nações Unidas devido ao “preconceito da ONU”, segundo o ministro israelense das Relações Exteriores.

    “Não ficaremos mais calados diante do preconceito da ONU”, disse Eli Cohen em uma postagem no X.

    Cohen ressaltou que Lynn Hastings, que é vice-coordenadora especial para o processo de paz no Oriente Médio e coordenadora residente da ONU para o Território Palestino Ocupado, não se manifestou contra o Hamas pelos atos cometidos durante o ataque de 7 de outubro.

    “Alguém que não condenou o Hamas pelo massacre brutal de 1.200 israelenses, pelo rapto de bebês e de idosos e pelos horríveis atos de abuso e violação, e por usar os residentes de Gaza como escudos humanos, mas em vez disso condena Israel, um país democrático que protege os seus cidadãos, não pode servir na ONU e não pode entrar em Israel”, destacou Cohen.

    Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, afirmou que Hasting teve seu visto revogado na semana passada. Ainda assim, Dujarric disse que o secretário-geral da ONU tem “total confiança” na coordenadora.

    “Só posso reiterar a total confiança do secretário-geral na Sra. Hastings, na forma como ela se comportou e na forma como realizou o seu trabalho”, destacou Dujarric.