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    Kremlin diz que Biden alimenta tensão ao falar sobre invasão russa na Ucrânia

    Porta-voz do governo russo acusou as declarações americanas de alimentarem a crise; EUA seguem alertando sobre possível invasão da Rússia "nos próximos dias"

    Bandeiras dos EUA e da Rússia em Vsevolozhsk, na Rússia
    Bandeiras dos EUA e da Rússia em Vsevolozhsk, na Rússia Foto: Reuters/Anton Vaganov

    Maria KiselyovaHumeyra Pamukda Reuters

    O Kremlin acusou, nesta quinta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de alimentar a tensão ao dizer que espera que a Rússia invada a Ucrânia dentro de dias, segundo informou a agência de notícias RIA.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, estava respondendo ao comentário de Biden de que uma invasão provavelmente ocorreria “nos próximos dias”.

    A Rússia reuniu uma enorme força perto das fronteiras da Ucrânia, mas continua afirmando que são as ações e declarações ocidentais que na verdade estão alimentando a crise.

    EUA alertam sobre invasão russa em reunião da ONU

    Já o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, alertou também nesta quinta que as forças russas estão se preparando para lançar um ataque contra a Ucrânia nos “próximos dias”, acrescentando que a Rússia planeja fabricar um pretexto para um ataque a seu vizinho que poderia incluir um ataque falso ou real usando armas químicas.

    Blinken disse em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Ucrânia que havia enviado uma carta ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, propondo uma reunião pessoalmente na Europa na próxima semana.

    O secretário também afirmou que pediu à Rússia que declarasse claramente durante a reunião que não vai invadir a Ucrânia.