Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Netanyahu diz que Israel fará o necessário para se defender

    Primeiro-ministro teve encontro com ministros do Reino Unido e Alemanha

    Benjamin Netanyahu em Jerusalém
    Benjamin Netanyahu em Jerusalém 18/2/2024 REUTERS/Ronen Zvulun

    Da CNN

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se reuniu com o chanceler britânico, David Cameron, e a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, em Jerusalém.

    O gabinete de Netanyahu disse que o primeiro-ministro agradeceu aos dois pelo “apoio inequívoco de seus governos e pela posição dos países em uma defesa sem precedentes contra o ataque do Irã ao Estado de Israel.”

    Mas Netanyahu disse que Israel tomará suas próprias decisões sobre segurança.

    “Quero deixar claro – tomaremos nossas próprias decisões e o Estado de Israel fará tudo o que for necessário para se defender”, afirmou ele, de acordo com um comunicado divulgado por seu gabinete.

    Combates em Gaza

    Netanyahu também abordou a ajuda humanitária que vai para Gaza e a continuação dos combates.

    “O primeiro-ministro rejeitou as alegações de organizações internacionais de fome em Gaza e disse que Israel vai além na questão humanitária”, acrescentou o escritório de Netanyahu.

    Na terça-feira (16), pelo menos 13 pessoas morreram, incluindo sete crianças, e mais de 25 ficaram feridas após um ataque que atingiu o campo de refugiados de Al-Maghazi no centro de Gaza, de acordo com funcionários do Hospital Mártires Al-Aqsa.

    Imagens filmadas pela CNN de dentro do Hospital Al-Aqsa Martyrs mostram um fluxo contínuo de vítimas e feridos sendo carregados, enquanto a sala de emergência está lotada de pacientes, incluindo várias crianças feridas, gritando no chão. Parentes são vistos se aglomerando sobre os corpos e chorando.

    CNN entrou em contato com as Forças de Defesa de Israel (IDF) para buscar um posicionamento, mas ainda não recebeu uma resposta.

    *Com informações de Tamar Michaelis, da CNN, e da Reuters