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    OMS alerta para aumento de ataques a hospitais e ambulâncias na Ucrânia

    Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou que pelo menos nove pessoas morreram em 16 ataques a instalações de saúde na Ucrânia

    Especialistas transportam mulher ferida em ataque em Donetsk, na Ucrânia (03/03/2022)
    Especialistas transportam mulher ferida em ataque em Donetsk, na Ucrânia (03/03/2022) Alexander Ermochenko/Reuters

    Reuters

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    A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira (8) que os ataques a hospitais, ambulâncias e outras instalações de saúde na Ucrânia aumentaram rapidamente nos últimos dias e advertiu que o país enfrenta falta de suprimentos médicos essenciais. Acompanhe a cobertura especial da CNN.

    A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou na segunda-feira que pelo menos nove pessoas morreram em 16 ataques a instalações de saúde desde o início da invasão russa à Ucrânia em 24 de fevereiro. A agência não apontou um responsável pelos ataques.

    A autoridade de alto escalão de emergência da OMS para a Europa, Catherine Smallwood, disse em entrevista à imprensa que a contagem incluía incidentes em que ambulâncias haviam sido requisitadas para outros propósitos que não a emergência de saúde.

    “Vamos continuar a atualizar esses números. Eles têm aumentado muito rapidamente nos últimos dias”, disse Catherine.

    A agência trabalha para fornecer rapidamente suprimentos médicos à Ucrânia, onde o oxigênio, insulina, equipamento de proteção pessoal, suprimentos cirúrgicos e produtos de sangue estão se esgotando, disse o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, na entrevista.

    O fornecimento de oxigênio, vacinas infantis e conhecimentos especializados em saúde mental estavam entre as principais prioridades da OMS para a região, disse ele.

    Kluge também enfatizou a necessidade de dar prioridade às necessidades de saúde das mulheres, incluindo saúde materna e cuidados obstétricos de emergência, e de responder à violência sexual e baseada no gênero.

    “Conflitos passados nos mostraram que meninas adolescentes, mulheres com deficiências e mulheres idosas estão na situação mais vulnerável”.

    “Elas enfrentam um risco maior de sofrer ataques por pessoas fora de casa e por grupos armados, bem como violência de parceiros íntimos e abuso e exploração sexual”, disse Kluge.

    (Reportagem de Manas Mishra em Bengaluru)

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