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    ONU: 925 pessoas morreram desde que a Rússia invadiu a Ucrânia

    Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas disse que o número real de mortos e feridos deve ser mais alto, pois há demora no recebimento de informações em alguns locais

    Paul Carrelda Reuters

    Pelo menos 925 pessoas morreram e 1.496 ficaram feridas desde o início da invasão russa à Ucrânia, informou o Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (21).

    A maioria das vítimas foi devido ao “uso de armas explosivas com uma ampla área de impacto, incluindo bombardeios de artilharia pesada e sistemas de foguetes de lançamento múltiplo e ataques aéreos de mísseis”, disse o escritório em um relatório.

    Os números de mortos e feridos foram compilados até a meia-noite deste domingo.

     

    A agência disse ainda que “acredita que os números reais são consideravelmente mais altos, especialmente em território controlado pelo governo e especialmente nos últimos dias, pois o recebimento de informações de alguns locais onde ocorreram intensas hostilidades foi adiado e muitos relatórios ainda estão pendentes de comprovação”.

    Ataque a shopping provoca ao menos oito mortes nesta segunda

    Pelo menos oito pessoas foram mortas em um ataque russo a um shopping center no distrito de Podilskyi, na capital ucraniana de Kiev, segundo o procurador-geral ucraniano.

    Um shopping center e carros em um estacionamento adjacente pegaram fogo após bombardeios russos no distrito de Podilskyi, em Kiev, informou o Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia no final do domingo, acrescentando que 63 bombeiros trabalharam para extinguir as chamas que atingiram o terceiro e quarto andares do prédio.

    “Como consequência do ataque de mísseis inimigos e do incêndio resultante, um shopping center foi destruído, as janelas dos prédios residenciais próximos e os veículos estacionados nas proximidades foram danificados”, disse o procurador-geral em um post em seu canal no Telegram.

    O Procurador-Geral sugeriu que o número de vítimas pode aumentar, acrescentando que o número de mortos foi baseado em informações preliminares.

    Vista aérea de shopping destruído em Kiev, Ucrânia, após ataque aéreo russo / Emin Sansar/Anadolu Agency via Getty Images