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    Palestino de 14 anos relembra os dias na prisão de Israel no início da guerra

    Grupo de trinta palestinos foi solto nesta terça-feira (28) como parte do acordo de extensão da trégua entre Israel e Hamas

    Pessoas se abraçam depois que presos palestinos são libertados como parte de um acordo de troca de reféns-presos entre o Hamas e Israel, em Ramallah, na Cisjordânia ocupada por Israel
    Pessoas se abraçam depois que presos palestinos são libertados como parte de um acordo de troca de reféns-presos entre o Hamas e Israel, em Ramallah, na Cisjordânia ocupada por Israel 28/11/2023REUTERS/Ammar Awad

    Niamh Kennedyda CNN

    Um prisioneiro palestino de 14 anos que foi libertado na terça-feira (28) de uma prisão israelense contou a sua experiência como detido quando ocorreram os ataques de 7 de outubro.

    “No primeiro dia (da guerra), ouvimos mulheres sendo espancadas, houve repressão e violência”, disse Ahmad Slaimah aos jornalistas sobre esse dia.

    Ahmad disse que os prisioneiros recebiam duas refeições por dia e que essa comida “não era suficiente” e que muitos “dormiam com fome”. Ele criticou a má comunicação entre o pessoal penitenciário e os presos.

    De acordo com dados recolhidos pela CNN junto da Sociedade de Prisioneiros Palestinos e da autoridade penitenciária israelense, o Serviço Prisional de Israel, Ahmad foi detido, mas nunca foi condenado por um crime.

    O pai do menino, Nayef Slaimah, disse aos jornalistas que está grato pela libertação do filho depois de ter perdido contato com ele após o sete de outubro, quando o Hamas invadiu Israel.

    “Quando Ahmad estava na prisão, não podíamos visitá-lo”, disse seu pai.

    A CNN entrou em contato com o Serviço Prisional Israelense sobre as alegações de Ahmad.

    Este conteúdo foi criado originalmente em Internacional.

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