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    Presidente da Ucrânia diz que Rússia aprovou ofensiva contra o país

    Volodymyr Zelenskiy ainda declarou que tentou falar com o presidente russo, Vladimir Putin, por telefone, mas não teve sucesso

    Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy
    Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy Serviço de Imprensa da Presidência da Ucrânia/Divulgação via REUTERS

    Da Reuters*

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    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, declarou, nesta quarta-feira (23), que a Rússia aprovou uma ofensiva contra o país e que o presidente russo, Vladimir Putin, não respondeu ao seu convite para conversar.

    As observações foram feitas em um discurso de dez minutos postado na rede social Telegram, falando em ucraniano e russo.

    Zelenskiy afirmou que tentou ligar Putin, mas não teve sucesso. “Hoje iniciei uma conversa telefônica com o presidente da Federação Russa. Silêncio. Embora devesse haver silêncio no Donbas”, disse Zelensky.

    Entenda o conflito

    Após meses de escalada militar e intemperança na fronteira com a Ucrânia, a Rússia está aumentando a pressão sobre seu ex-vizinho soviético, ameaçando desestabilizar a Europa e envolver os Estados Unidos.

    A Rússia vem reforçando seu controle militar em torno da Ucrânia desde o ano passado, acumulando dezenas de milhares de tropas, equipamentos e artilharia nas portas do país.

    A mobilização provocou alertas de oficiais de inteligência dos EUA de que uma invasão russa pode ser iminente.

    Nas últimas semanas, os esforços diplomáticos para acalmar as tensões não chegaram a uma conclusão. Foi reconhecida por Vladimir Putin, na segunda-feira (21), a independência de Donetsk e Luhansk, duas áreas separatistas ucranianas.

    Mapa da Ucrânia
    Mapa da Ucrânia com destaque para as regiões de Donetsk e Luhansk / Foto: Reprodução/CNN Brasil

    A escalada no conflito de anos entre a Rússia e a Ucrânia desencadeou a maior crise de segurança no continente desde a Guerra Fria, levantando o espectro de um confronto perigoso entre as potências ocidentais e Moscou.

    (*Com informações da CNN)

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