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    Presidente de Israel pede paz no museu do Holocausto em meio a atos em Amsterdã

    Líder israelense participou de inauguração de museu e foi recebido com vaias de manifestantes que exigiam o fim da guerra em Gaza

    Presidente de Israel, Isaac Herzog, caminha perto da Sinagoga Portuguesa no dia da inauguração do Museu Nacional do Holocausto, em Amesterdã
    Presidente de Israel, Isaac Herzog, caminha perto da Sinagoga Portuguesa no dia da inauguração do Museu Nacional do Holocausto, em Amesterdã 10/03/2024REUTERS/Piroschka van de Wouw

    Reuters

    O presidente de Israel, Isaac Herzog, pediu orações pela paz e pela libertação imediata dos reféns feitos pelo Hamas no ataque de 7 de outubro que ainda estão detidos pelos militantes islâmicos, ao participar da inauguração de um museu do Holocausto em Amsterdã neste domingo.

    Quando chegou à Sinagoga Portuguesa para seu discurso, Herzog foi recebido com vaias de manifestantes pró-palestinos que exigiam o fim imediato do ataque de Israel em Gaza.

    Autoridades de saúde locais dizem que quase 31 mil palestinos foram mortos desde que Israel lançou sua ofensiva em resposta ao ataque ocorrido no sul de Israel, no qual cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 253 feitas reféns — 134 ainda estão detidas, de acordo com registros israelenses.

    “O ódio e o antissemitismo estão florescendo em todo o mundo e devemos combatê-los juntos”, disse Herzog no discurso.

    Em uma praça próxima de onde Herzog estava, manifestantes gritavam “Cessar-fogo agora” e “Parem de bombardear crianças” e seguravam bandeiras palestinas e cartazes que diziam “Judeus contra o genocídio” e “O neto de um sobrevivente do Holocausto diz: Parem o holocausto em Gaza”.

    Perto do novo museu, um grupo de pessoas segurando bandeiras israelenses e fotos de reféns foi confrontado por manifestantes pró-palestinos, alguns gritando “que vergonha”, com policiais presentes para acalmar as tensões.

    (Reportagem de Piroschka van de Wouw, Hilde Verweij em Amsterdã)