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    Proibição de importação de gás e petróleo russos será necessária, diz líder europeu

    União Europeia e Estados Unidos planejam novas sanções contra a Rùssia, apesar de impactos na economia mundial

    Logo do Nord Stream 2 em duto em Chelyabinsk, na Rússia
    Logo do Nord Stream 2 em duto em Chelyabinsk, na Rússia 26/02/2020 REUTERS/Maxim Shemetov

    Benoit Van OverstraetenJan Strupczewskida Reuters

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    A União Europeia terá que adotar medidas contra as importações de petróleo e até gás russo em algum momento como forma de pressionar Moscou a interromper a invasão da Ucrânia, disse o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, nesta quarta-feira (6).

    “Acho que medidas sobre petróleo e até gás também serão necessárias mais cedo ou mais tarde”, disse Michel ao Parlamento Europeu.

    Na mesma sessão, a chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a UE vai impor mais sanções contra a Rússia além do último pacote já anunciado nesta semana, provavelmente incluindo medidas contra as importações de petróleo russo.

    “Essas sanções não serão nossas últimas sanções”, disse ela ao Parlamento Europeu em uma apresentação do mais recente pacote de sanções que inclui a proibição de compra de carvão russo.

    “Agora temos que analisar o petróleo e as receitas que a Rússia obtém dos combustíveis fósseis”, afirmou von der Leyen.

    Nas redes sociais, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, agradeceu as novas sanções da UE planejadas contra a Rússia, mas disse que um embargo ao gás e petróleo russos é necessário “para deter” o presidente Vladimir Putin.

    “Agradeço o fortalecimento do 5º pacote de sanções da UE: proibições de carvão russo, navios que acessam portos da UE e operadores de transporte rodoviário”, escreveu no Twitter. “Mas será necessário um embargo de gás/petróleo e uma redução do SWIFT de todos os bancos russos para deter Putin. Tempos difíceis exigem decisões difíceis”.

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