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    Rússia acusa países ocidentais e mídia de espalhar desinformação sobre invasão à Ucrânia

    Conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jack Sullivan, alertou nesta sexta-feira que um ataque russo à Ucrânia pode começar em breve

    Presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante encontro com presidente da França, Emmanuel Macron, em Moscou
    Presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante encontro com presidente da França, Emmanuel Macron, em Moscou 07/02/2022 Thibault Camus/Pool via REUTERS

    Darya TarasovaSharon Braithwaiteda CNN

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    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirma que os países ocidentais e a mídia estão espalhando uma “campanha de desinformação em larga escala”, que promove a tese sobre uma suposta invasão iminente da Rússia à Ucrânia. A afirmação, feita nesta sexta-feira (11), ocorre um dia antes da esperada ligação entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

    “No final de 2021 e início de 2022, o espaço de informação global enfrentou uma campanha de mídia sem precedentes em sua escala e sofisticação, cujo objetivo é convencer a comunidade mundial de que a Federação Russa está preparando uma invasão do território da Ucrânia”,  diz o comunicado do ministério publicado na sexta-feira em seu site.

     

    O ministério acusou os países ocidentais e a mídia ocidental de espalhar desinformação “para desviar a atenção de suas próprias ações agressivas”.

    Em uma entrevista coletiva na Casa Branca, nesta sexta-feira, o conselheiro de segurança nacional do presidente Biden, Jack Sullivan, alertou que um ataque russo à Ucrânia pode começar em breve, começando com bombardeios aéreos e ataques com mísseis. Ele aconselhou todos os americanos a deixar o país para sua própria segurança o mais rápido possível.

    Mais cedo na sexta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que os EUA acreditam que uma invasão russa da Ucrânia pode começar “a qualquer momento”, inclusive durante as Olimpíadas em andamento em Pequim. Ele também disse que os EUA continuam “a ver sinais muito preocupantes da escalada russa, incluindo novas forças que chegam à fronteira ucraniana.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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