Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Rússia pediu ajuda militar à China para guerra na Ucrânia, diz governo dos EUA

    Segundo conselheiro da Casa Branca, governo americano comunicou a Pequim que não permitirá ajuda à Rússia contra sanções econômicas

    Jim SciuttoKylie Atwoodda CNN

    A Rússia pediu ajuda militar à China na Ucrânia, incluindo drones, disse um alto funcionário do governo dos Estados Unidos neste domingo (13).

    O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, disse à CNN que a China fornecer apoio à Rússia é uma “preocupação”.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, no entanto, nega que a Rússia tenha solicitado assistência militar à China. Segundo ele, o país tem poder militar suficiente para cumprir todos os seus objetivos na Ucrânia a tempo e por completo.

    Sullivan, dos EUA, afirmou ainda que “também estamos observando atentamente para ver até que ponto a China realmente fornece qualquer forma de apoio, material ou econômico, à Rússia. É uma preocupação nossa. E comunicamos a Pequim que não vamos esperar e permitir que nenhum país compense a Rússia por suas perdas com as sanções econômicas”.

    Sullivan disse que os EUA deixaram claro para o governo chinês que haverá “absolutamente consequências” para os esforços de “larga escala” para dar ao Kremlin uma solução alternativa para as sanções americanas.

    “Não permitiremos que isso avance e que haja uma salvação para a Rússia dessas sanções econômicas de qualquer país em qualquer lugar do mundo”, disse ele.

    Sullivan deve se encontrar com seu colega chinês Yang Jiechi em Roma nesta segunda-feira (14).

    O porta-voz da embaixada chinesa, Liu Pengyu, disse à CNN no domingo que desconhece o pedido da Rússia.

    “Nunca ouvi falar disso. A China está profundamente preocupada e entristecida com a situação da Ucrânia. Esperamos que a situação se acalme e a paz retorne em breve”, disse Pengyu.

    “Devem ser feitos os maiores esforços para apoiar a Rússia e a Ucrânia no avanço das negociações, apesar da situação difícil para produzir um resultado pacífico. Apoiamos e encorajamos todos os esforços que conduzam a uma solução pacífica da crise. A alta prioridade agora é evitar que a tensa situação se agrave ou até mesmo fique fora de controle. Há um consenso sobre isso entre a comunidade internacional, incluindo as partes envolvidas”, afirmou.

    “A China pede o máximo de contenção e prevenção de uma crise humanitária massiva. A China apresentou uma iniciativa para responder à situação humanitária na Ucrânia, forneceu assistência humanitária e continuará a fazê-lo”, concluciu Pengyu.

    A Casa Branca disse na semana passada que a China estava “cumprindo os requisitos que foram implementados” sobre as sanções.

    “Nossa avaliação agora é que (a China está) cumprindo os requisitos que foram colocados em prática”, disse a secretário de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em uma entrevista coletiva na última quarta-feira (9).

    *Com informações da Reuters

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

    versão original